segunda-feira, 14 de março de 2016

PENSAMENTO SOBRE CONFIANÇA E DESCONFIANÇA.

A confiança é muito relativa. Por mais desconfiados que sejamos, sempre haveremos de confiar em muitas coisas e de desconfiar também de tantos outras falimentares. 
Quando vamos voar, por exemplo, não podemos desconfiar se a manutenção da aeronave está correta, se o piloto tem formação e treinamento e realmente o avião vai subir, se os instrumentos estão certos indicando o caminho correto. 
Portanto, devemos confiar plenamente. Assim, é a vida sempre confiando e sempre desconfiando. 
Talvez a desconfiança exista para prolongar a nossa sobrevivência. 

É exatamente o que devemos ter quando a esmola é demais. 
Quantas propostas miraculosas, mirabolantes e incríveis recebemos ao longo da vida. 
Nota-se que a maioria é sempre proposta para boi dormir. Se existe mesma alguma proposta extraordinária, lembre-se que a mesma não Serpa feita a você e sim a um filho ou parente não tão distante ou pessoas de ligação mais íntima e nunca a você, invariavelmente distante do feitor da proposta. É sempre bom ficar atento. 
Propostas e promessas maravilhosas devem demandar da nossa intelectualidade, sempre grande desconfiança. 
Existe até um ditado antigo que diz: quando a esmola é demais o santo desconfia. 

sexta-feira, 11 de março de 2016

PENSAMENTOS SOBRE O NOSSO DESEJO.

 

O nosso desejo é intrinsecamente ligado ao nosso conhecimento, pois é através do conhecimento que descobrimos e compreendemos aquilo que desejamos. É improvável que desejemos algo que não conhecemos ou que nem temos consciência de sua existência. O conhecimento é o ponto de partida para despertar o desejo em nós.

Normalmente, nossos desejos estão relacionados às coisas que conhecemos e sabemos serem boas. À medida que expandimos nosso conhecimento, mais desejos surgem em nossas vidas. Esse acúmulo de desejos pode gerar uma sensação de sofrimento quando não conseguimos realizá-los. Quanto mais desejamos, mais ansiamos pela concretização desses desejos, e a falta de realização pode gerar frustração e insatisfação.

Por outro lado, uma vida com menos conhecimento pode ser caracterizada pela simplicidade. Quando temos menos informações e desejos, há uma maior chance de encontrarmos contentamento e uma vida boa. A simplicidade nos permite focar em poucos desejos essenciais, valorizando as coisas simples da vida e evitando a sobrecarga de desejos que demandam recursos e energia vital.

Nesse contexto, é relevante mencionar a filosofia de Epicuro, que defendia a simplicidade como um caminho para a felicidade. Ao buscar uma vida simples, desprendida das preocupações excessivas com desejos materiais e superficiais, podemos encontrar um maior equilíbrio e contentamento. A simplicidade nos liberta das demandas exageradas e nos permite desfrutar plenamente das coisas que realmente importam, como as relações interpessoais, a paz interior e a sabedoria.

Portanto, é importante reconhecer que o conhecimento influencia diretamente nossos desejos e a forma como lidamos com eles. O equilíbrio entre o conhecimento e a simplicidade pode ser um caminho para encontrar uma vida mais plena e satisfatória, evitando o sofrimento gerado pela busca incessante de desejos não realizados. A escolha pela simplicidade nos permite apreciar as coisas que realmente importam, encontrando uma maior serenidade e contentamento em nossa jornada.

quinta-feira, 10 de março de 2016

PENSAMENTOS SOBRE A NOSSA VONTADE DE AGIR E COM A AÇÃO GRANDES REALIZAÇÕES SÃO POSSÍVEIS..

A nossa vontade de realizar está intrinsecamente conectada à nossa capacidade de agir. Quando estamos verdadeiramente felizes, sentimos uma explosão de energia que impulsiona nossas ações e nos capacita a alcançar grandes feitos para satisfazer nossos desejos e aspirações.

A felicidade nos dá uma motivação poderosa, pois nos sentimos plenos e realizados, o que nos leva a canalizar essa energia para o nosso próprio ser. Essa força interior nos permite superar obstáculos, enfrentar desafios e perseverar mesmo diante das adversidades.

Feliz daquele que possui a combinação de vontade e força de realização, pois ele não apenas sonha, mas vai além e transforma seus sonhos em realidade. Essa pessoa compreende a importância de agir de forma proativa e determinada, buscando ativamente os meios para alcançar seus objetivos.

No entanto, é fundamental ressaltar que a realização deve sempre estar alinhada com princípios éticos e valores morais. A ética é um guia indispensável para garantir que nossas ações sejam lícitas e convenientes, ou seja, estejam de acordo com os padrões de conduta socialmente aceitos.

Além disso, é necessário considerar que a realização pessoal não deve ser buscada de forma egoísta ou prejudicial aos outros. É importante ter em mente a importância da empatia, do respeito e da consideração pelo bem-estar coletivo. A felicidade verdadeira é aquela que é construída em harmonia com o mundo ao nosso redor, trazendo benefícios não apenas para nós mesmos, mas também para aqueles que nos rodeiam.

Portanto, a vontade e a força de realização são recursos valiosos, mas devem ser direcionadas de maneira ética e consciente. Quando conseguimos conciliar nossa felicidade pessoal com o respeito aos outros e aos valores universais, alcançamos um estado de plenitude que transcende nossas conquistas individuais, contribuindo para um mundo melhor e mais equilibrado.

quarta-feira, 9 de março de 2016

AO LONGO DA VIDA ERRAMOS MUITO POR FALTA DE EXPERIÊNCIA E ATÉ COMPETÊNCIA. COMENTEMOS MAIS ERROS OU MAIS ACERTOS?

Ao longo de nossa existência, nos deparamos com inúmeras situações que demandam escolhas e ações. Nessas jornadas, é inevitável cometer erros, seja por falta de experiência ou mesmo por limitações de competência. No entanto, é através dessas falhas que encontramos oportunidades valiosas de aprendizado e crescimento.

É válido reconhecer que, em nossa trajetória, cometemos erros com mais frequência do que acertos. Afinal, o processo de aprendizagem é contínuo e gradual, e muitas vezes precisamos experimentar diferentes abordagens antes de alcançar resultados satisfatórios. Os erros nos fornecem feedback valioso sobre o que não funciona, permitindo-nos ajustar nossas ações e estratégias.

Aprender com os erros é um aspecto fundamental do amadurecimento pessoal. Ao analisarmos as consequências negativas de nossas escolhas equivocadas, ganhamos uma compreensão mais profunda das nossas limitações, pontos fracos e áreas que requerem maior desenvolvimento. Essa consciência nos dá a oportunidade de aprimorar nossas habilidades, adquirir conhecimentos adicionais e evoluir como indivíduos.

No entanto, é importante destacar que os acertos também desempenham um papel significativo em nossa jornada. Eles nos motivam, impulsionam nossa autoconfiança e nos encorajam a continuar a buscar o melhor em nós mesmos. Os acertos são momentos de triunfo, nos quais colhemos os frutos de nossos esforços e dedicação. Eles validam nossas escolhas acertadas e nos mostram que somos capazes de alcançar nossos objetivos.

Portanto, embora cometamos mais erros do que acertos, é a partir dessas falhas que aprendemos e nos desenvolvemos. O importante é encarar os erros como oportunidades de crescimento, evitando nos determos em autocríticas excessivas ou desânimo. Em vez disso, devemos abraçar a sabedoria adquirida e usar esse conhecimento para melhorar nossas futuras ações e tomadas de decisão.

Que tenhamos a coragem de enfrentar nossos erros com humildade e resiliência, aprendendo com eles e buscando sempre aprimorar nosso caminho. Que possamos nos inspirar em nossos acertos, alimentando nossa confiança e mantendo viva a motivação para buscar constantemente a excelência em tudo o que fazemos.

O número de erros na vida é muito alto, já o número de acertos baixíssimo. O importante, são os objetivos dos erros e dos acertos. Eu já sofri muitos com os meus erros mas também aprendi demais com todos eles. O bom mesmo é saber que sempre a verdade fica ao nosso lado e isso não deixa de ser uma acerto. Estar com a verdade. (MJL)


quarta-feira, 2 de março de 2016

HITÓRIA DO VALENTÃO QUE SAIU CORRIDO. CATANDO CAVACO COM COM MOTO E TUDO.


O homem, magro e estatura média, pegou ar com a história e foi lá em casa tirar satisfação com o MJL. Já chegou xingando e dando de dedo. 
Eu estava no muro do vizinho acompanhando o bate-boca. O machão chamava o MJL de trapaceiro, enganador de mulher, crente safado, velho sem vergonha, homem a toa, etc e tal. 
Nenhum desses xingamentos abalava a paciência do MJL que revidava menos raivoso dizendo que a mulher precisava de dinheiro, pois ele não dava dinheiro a ela. 
MJL dizia que a mulher havia vendido tudo pra ele, a fim de desocupar o espaço evitando que as crianças se cortassem que aquela tranqueira no quintal.  
O machão, em cima de sua potente moto 80 CC continua com o falatório e repedindo os xingamentos quando de repente......Tchan- tchan-tchan-tchan....
Ele lascou a frase definitiva e crucial para tirar o MJL do sério: O senhor é um baiano muito do XIBUNGO ! 
Para quem não sabe XIBUNGO era uma forma muita  desrespeitosa de tratar alguém pelo peso do significado, gravíssimo para a época. 
XIBUNGO significa (homossexual masculino passivo),  Ah...pra quê? 
O velho Manoel saltou a cerca de balaustre, voou como Bruce Lee e partiu pra cima do machão, que partir com a moto em desequilíbrio, pois sabia que o bicho iria pegar, naquele momento. A cena foi muito engraçada. O homem desapareceu e nunca mais voltou. 

ALGUNS VÍDEOS GRAVADOS ABORDANDO VÁRIAS TEMAS. NÃO HOUVE PREPARAÇÃO. FUI TUDO DE IMPROVISO.

MJL acerca das cartas de A até Z. Trata-se de uma maneira inteligente e pouco comum de ler as cartas.


MJL acerca da mão previdente. O que seria de nós sem a mão previdente dos pais a nos amparar?



MJL foi militar no passado. Por ocasião deste vídeos já havia passado mais de 70 anos, porém há recordações incontidas e emocionantes para quem viveu um época gloriosa e de homens do bem.. 
Neste vídeo, MJL recorda emocionado o hino dos expedicionários.


MJL falando um pouco sobre Salomão um homem escolhido por Deus para ser o Rei de Israel. 
Salomão foi um homem poderoso, cheio de sabedoria e muitas glórias durante toda a sua vida.  

MJL acerca da nossa finitude. o que o senhor acha da morte? 
A resposta foi surpreendente, como todas as respostas que dava a quaisquer perguntas. 
Palavras dele: O medo da morte é pertinente aos egocêntricos,  vaidosos e aflitos de espírito. 
Todos aqueles preocupados em juntar tesouros na terra, temem morrer antes de terem juntado tudo o que consideram razoável para uma vida boa. 
Já quem tem fé, virtudes para melhor convivência e alma límpida, não teme a finitude, antes aguarda com serenidade esta passagem e ainda faz. 
O que eu espero agora, que já estou velho, é só a morte. Nesta ocasião ele estava com 70 anos de idade. Viveu mais 22 anos. 
Neste vídeo ele fala sobre a nossa finitude de maneira clara.

MJL falando acerca da unção.
                                                                   
MJL falando neste vídeo acerca de Saulo.

MJL acerca da fé. Melhor definição sobre a fé bíblica está em Hebreus 11:1-40.

Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem.

MJL acerca dos preceitos de civilidade. MJL falava sobre a civilidade de modo interessante: Civilidade é a prática das regras da decência.
Acompanhe o que ele dizia sobre o tema: “A civilidade é uma coleção de preceitos que nos fazem conhecer como devemos proceder com as outras pessoas, segundo sua idade e condição social e de acordo com os tempos e lugares em que nos encontremos.
Os conhecimentos dos preceitos de civilidade são tão necessários, que ninguém pode ignorá-los sem incorrer no desprezo geral. O que torna a civilidade sobremaneira estimável  é o conformar-se com o espírito do cristianismo que tem como base a Humildade e a Caridade”

MJL acerca da vaidade e aflição de espírito. Somos pródigos em vaidade e cheios de aflições espirituais.
Precisamos exercer melhor a nossa espiritualidade fazendo com que esse angústia seja aplacada.



terça-feira, 1 de março de 2016

BALNEÁRIO CAMBORIU (LARANJEIRAS) REVENDO O MAR APÓS QUASE 60 ANOS LONGE DESTA MARAVILHA.

Após 70 anos longe das águas, finalmente o MJL e a Dona Cecília tiveram a oportunidade estar frente a frente com o mar. MJL após anos e Dona Cecília pela primeira vez na vida aos 80 anos de idade. 
Imaginem vocês a emoção dos dois. Para quem vai sempre a praia, a rotina transforma tudo em algo simples, mas para quem nunca foi e vê o mar pela primeira vez, a emoção é grande. 
O MJL sempre se considerou  (quando entre nós) um grande nadador, do tipo que pulava em rios, lagoas e mares para salvar alguém. Adora contar vantagens nesse aspectos. E até que ele era bom mesmo de nado. 
Com os passar dos anos, a tendência é que continuemos nos sentindo como antes, porém trata-se apenas de uma sensação. Sem se dar conta disso, fomos visitar Laranjeiras em BC. 
Chegando lá o MJL entrou na água, ultrapassou as boias de segurança e estava bem distante da praia. 
O suficiente para nos preocupar, uma vez que aos 90 anos de idade, a destreza para determinadas manobras era bem menor. 
O que tranquilizou é que mais ou menos no meio do caminho em mim e o MJL, estava um camarada fortão, tipo que domina as águas. E pedi a ele para que ficasse de olho. 
O grandão me garantiu que ficaria de olho no velho. Meu maior medo era com relação as câimbras que poderia ter na água. Só sei dizer que ele brincava, nadava e mergulhava em água profundas, sem medo, sem receio e ainda dizia que o mar era o seu verdadeiro lar. 
Apesar da preocupação e do susto, toda vez que mergulhava, foi um grande momentos para ele. Extrema felicidade. 
Quando saiu da água, ainda advertiu: não se preocupe. Eu sou um exímio nadador. Conheço o mar e os perigos do como a palma da minha mão. Fui tudo muito bom. Um presente para ele e para mim.

(Não se preocupem comigo: sei tudo sobre o mar)