quarta-feira, 3 de agosto de 2016

O VIOLÃO É O INSTRUMENTO MAIS FÁCIL QUE EXISTE PRA GENTE TOCAR MAL E O MAIS DIFÍCIL PRA GENTE EXECUTÁ-LO COM MAESTRIA.

O violão é realmente um instrumento fascinante, conhecido por sua versatilidade e popularidade. É verdade que, por ser um instrumento de fácil acesso e bastante difundido, muitas pessoas começam a tocar violão sem um estudo aprofundado e podem acabar executando-o de forma limitada. Isso ocorre porque, inicialmente, aprender os acordes básicos e tocar algumas músicas simples pode ser relativamente fácil, mas dominar o violão e tocá-lo com maestria requer um estudo contínuo e dedicação.

Executar o violão com maestria envolve habilidades técnicas, conhecimento musical, coordenação motora e sensibilidade artística. Dominar técnicas como dedilhados complexos, arpejos, acordes avançados e ritmos desafiadores demanda prática consistente e aperfeiçoamento contínuo. Além disso, o estudo da teoria musical e da harmonia é fundamental para expandir as possibilidades musicais e criar arranjos mais sofisticados.

Músicos profissionais que tocam violão com maestria geralmente investem anos em estudo e prática para alcançar um alto nível de proficiência. Eles exploram diferentes estilos musicais, aprendem técnicas avançadas e desenvolvem uma sensibilidade musical refinada, o que lhes permite criar performances expressivas e cativantes.

No entanto, é importante lembrar que a música é uma forma de expressão pessoal e não deve ser apenas medida pela habilidade técnica. Cada pessoa pode encontrar sua própria satisfação e alegria ao tocar violão, independentemente do nível de habilidade. Aproveitar a jornada de aprendizado, explorar diferentes estilos musicais e encontrar prazer na música são aspectos essenciais para qualquer pessoa que toque violão, seja iniciante ou virtuoso.


Eu, Manoel José Lopes, morador durante décadas e um dos pioneiros de Jaguapitã, solitariamente adorava fazer um som ao violão e cantar, independente do silêncio ou da concorrência com sons externos (barulho).  Meu repertório passava por canções das décadas de 40, 50 e 60 até os hinos da Congregação Cristã. Foi membro assíduo e participativo das obras da CCB durante meio século. Como membro da CCB, óbvio de gostava de cantar hinos, ao seu modo, além das músicas de ouviu no passado nas vozes de Nelson Gonçalves, Vicente Celestino, Francisco Alves, Orlando Silva, Moreira da Silva entre outros. Aqui, interpretando ao seu modo um hino da CCB.


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